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Pensei em sumir. Desaparecer. Despistar. Fingir. Mas eu não vou. Vou me esforçar e acreditar que tudo vai ficar bem. A esperança nos mantém vivos, certo? A fé nos faz andar para a frente, certo? Ficamos combinados dessa forma. Não espere poesia, linhas bem feitas, palavras bonitas. Simplesmente não posso. Não sou de ferro. E está doendo.
It takes TWO

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screamandshout:

when you try to tell a joke but nobody gets it

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“Sei que no fundo, bem no fundindo, o seu sorriso ainda é meu.”
Incógnita.  (via incinerado)


Eu sou o livro que ninguém quer ler, a música que ninguém quer ouvir, o filme que ninguém quer ver. Eu sou a poesia sem sentido, o texto sem pontuação, o erro sem solução. É, eu sou.”
Thiara Macedo (sdpm)

“Seja o amor que você gostaria de ter.”
— França 1997.  (via incapacitou)


“Tô resolvendo umas coisas aqui viu, esses negócios de sentimentos demonstrados demais meio que estraga.”
Caio Fernando Abreu  (via forgivin-g)


“Estamos nos desconhecendo fazem quatro meses. Quatro meses sem telefonemas, quatro meses onde a saudade se fez presente a todo instante. Não nos vemos há três. Esses números me perturbam. Da mesma forma que eu os uso agora para indicar nosso fim, nós utilizávamos para indicar nossa sintonia, nossa duração. De fato, nós nunca nos importamos muito com os números, até porque… E quando nos importávamos, era pra marcar para nos vermos. Era tão bom. Quatro meses sem os toques, as mensagens constantes (as quais, a cada mês que se passa, tornam-se menos frequentes), das conversas, dos olhares, do carinho, do perfume, do cheiro, do toque. Eu gostava de tudo. Até das nossas brigas, e de tudo o que nós tínhamos de diferente um do outro. Gostava das aulas de violão e de aprender sobre a vida.
Eu não vou esquecer o primeiro beijo, dos conselhos, dos momentos, dos segredos, dos medos, das dúvidas, de quando você me provocava dizendo: Ah, você é muito nova, não vai entender mesmo. Não vou esquecer do teu ciúme. Do primeiro gole de Whisky, e nem da tua cara tentando comer Comida Japonesa.
Eu tô escrevendo pra desabafar, sem a intenção de que você leia. E nem de que ninguém leia. Estamos nos desconhecendo, mas isso não me impede de seguir os teus conselhos. Um deles de que era sempre pra eu fazer e ter por perto o que me fazia bem. Escrever me faz bem. Realmente, você me fazia bem, e eu te tinha por perto. Agora, não mais. Nem um, nem outro.”
— Desconhecendo-nos. (via amores-aleatorios)